O outro lado do SeaWorld…

Recentemente, fomos convidados para o primeiro encontro do SeaWorld Parks & Entertainment, no Brasil, em Belo Horizonte (muito bacana, já que nossa cidade está quase sempre fora desta rota de eventos turísticos). Como já fomos tanto no SeaWorld quanto no Busch Gardens, fomos lá conferir o que eles tinham para nos contar e, então, repassar a vocês.

A cada dia, os ativistas lideram campanhas contra todos os parques e zoológicos que detém animais em cativeiros, inclusive, o “documentário” Blackfish acusa diretamente o parque americano de maus tratos, tortura e critica o fato das Orcas viveram em cativeiro, argumentando que sua expectativa de vida torna-se reduzida e que as mesmas se tornam violentas. Infelizmente, existem muitas “propagandas negativas”e muita gente que acaba boicotando os parques, por desconhecerem toda a história.

Somos totalmente contra maus tratos de animais! Mas aplaudimos qualquer trabalho de resgate, amparo e restabelecimento de animais à natureza. É fácil levantar a bandeira contra maus tratos, mas difícil mesmo é retirar animais atingidos por derramamento de óleo no oceano, abrigar, limpar, tratar e devolver à natureza. É fácil questionar sobre o teste de maquiagens em animais, mas será que todo mundo que reprova deixa realmente de usá-las? Então, deixemos nossa hipocrisia de lado!

SeaWorld x Black Fish

O SeaWorld, há mais de 50 anos, é um parque de entretenimento líder em fornecimento de experiências pessoais, educacionais e interativas, que proporciona ao visitante um contato mágico com o mundo animal. Encontra-se localizado nas cidades de Orlando, San Diego e Santo Antynio. E nós, do Blog Viagens e Vivências, visitamos dois dos parques do complexo, o SeaWorld Orlando e o Busch Gardens, em Tampa.

Passamos um dia inteiro em cada um dos parques, SeaWorld e Busch Gardens, em 2010 e 2012 respectivamente, e não observamos nenhum tipo de maus tratos ou agressões aos animais. Ao contrário! Claro que tem todo o “show” por trás de cada atração, onde você se apaixona pelos animais, treinadores e show! Mas o que realmente se percebe e não se pode negar é o amor incondicional dos empregados do parque com todos os animais e a preocupação com o bem estar e cuidado de todos eles.

Atualmente, mais de 89% dos animais dos parques SeaWorld e Busch Gardens foram reproduzidos em cativeiros. O Blackfish, que nada tem de documentário, faz uma propaganda negativa que a maioria acredita que o Seaworld continua retirando animais da natureza. Ocorre que as Orcas foram capturadas há 40 anos do Estado de Washington, nos Estados Unidos, em uma época que as leis ambientais não eram tão rígidas como são hoje (lembrando que o SeaWorld obedece uma rígida política de enquadramento em diversas leis estaduais e federais, para proteção, bem-estar dos animais e outras regulamentações). Por outro lado, a sequência que se faz das filmagens, no Blackfish, faz o telespectador acreditar, também, que as orcas mães eram separadas dos filhotes, e que o SeaWorld continua retirando as baleias da natureza. Tudo passado de uma maneira inverídica, manipuladora e irreal.

O que as pessoas não sabem, de fato, é que as últimas orcas retiradas da natureza se deu há 35 anos, e hoje, nenhuma é retirada. O Parque investe na reprodução em cativeiro, através de especialistas extremamente capacitados e experientes com as Orcas. Ainda, sobre a questão da separação de filhotes da mãe, o SeaWorld somente realiza a separação quando há uma necessidade de manutenção da estrutura saudável da Orcas. Os dois filhotes que são mostrados no filme, que foram retirados das baleias Takara e Kalina possuíam 12 e 4 anos respectivamente. E o segundo, de 4 anos, somente foi separado para resguardar a saúde da mãe, uma vez que o filhote era extremamente agressivo com a mesma.

Os ex-funcionários que apresentaram declarações durante o Blackfish eram empregados que tiveram pouco acesso e experiências com as baleias, não possuindo, portando, nenhuma condição de participar de um suposto documentário. E ainda, alguns deles relataram depois do lançamento do filme que suas falas e informações fornecidas ao Blackfish foram colocadas fora do contexto. Portanto, o Blackfish transmitiu ideias falsas e enganosas aos que assistiram ao filme.

O Filme foca bastante, também, na questão da treinadora Dawn Brancheau, de experiência inigualável com as Orcas, que acabou falecendo em decorrência de um acidente, para transmitir a ideia de que Tilikum é uma baleia orca agressiva e psicótica por viver em cativeiro. Para quem não assistiu ao filme (nós assistimos!), ele começa com cena de uma treinadora nadando com uma Orca na piscina, em conjunto com o áudio da ligação de emergência no dia do acidente. Realmente, dá para acreditar que a cena foi gravada no dia e momento do acidente. Ocorre que desde que Tilikum chegou ao parque, nenhum treinador (nem Dawn Brancheau) tinha permissão para entrar na piscina em que ela estivesse. Então, a treinadora morta não estava nadando na piscina com Tilikum para executar algum show. Os treinadores que falaram do triste episódio da morte de Dawn, não estavam presentes durante o ocorrido. Logo, não tinham condições de relatar o fato, muito menos condições técnicas para qualquer suposição, por serem treinadores de pouca experiência.

Um detalhe que observamos durante o filme, foi o relato de duas amigas que alegam ter presenciado a morte de Keltie Byrne, em um parque que não tem nada a ver com o SeaWorld. A mulher que forneceu a maioria das informações, relata o ocorrido de uma maneira bem debochada, e está quase sempre sorrindo. Como acreditar em alguém que ri e debocha da morte de uma pessoa?

Sobre a questão das alegações e justificativas do SeaWorld sobre o Black Fish, acesse este link.

Leia mais sobre a polêmica do Black Fisch aqui, e para ler diversos questionamentos e respostas do Seaworld, veja neste link.

A Baleia Orca Granny (vovó)

Recentemente, uma notícia circulou na mídia sobre a Baleia Orca mais velha do mundo que foi vista nadando na Costa do Canadá. E assim, várias discussões surgiram sobre a expectativa de vida das Orcas que vivem na natureza, e as que vivem em cativeiro, especialmente no SeaWorld.

Estudos independentes informaram que as Baleias Orcas que vivem na natureza e as que vivem em cativeiro possuem a mesma expectativa de vida, ou seja, em torno de 50 anos. A Baleia Granny, que supostamente possui 102 anos, não tem qualquer estudo comprovado de que a mesma possui esta idade. Por outro lado, a Baleia Orky, do parque Seaworld, possui quase 50 anos, ou seja, está quase atingindo a idade da expectativa de vida das Orcas.

Leia este artigo e este.

SeaWorld Cares

A Companhia SeaWorld Cares realiza trabalhos de resgate, cuidado, conservação, pesquisa, educação e abrigo de animais órfãos e doentes. E ao longo de anos, já resgatou em torno de 26.000 animais em risco, devolvendo todos os que possuíam condições de viver na natureza e mantendo sobre seus cuidados apenas os que não tinham/tem condições de sobreviverem em liberdade.

Recentemente, em um vasto derramamento de óleo na Costa da California, o SeaWorld desenvolveu um trabalho maravilhoso de resgate dos animais prejudicados no acidente ambiental. Vejam o vídeo sobre o resgate que durou algumas horas para retirar o óleo de um leão marinho.

No Brasil, o SeaWorld já encaminhou por três vezes recursos para o projeto do Tatu Canastra, localizado no Pantanal.

Blue World Project

O SeaWorld projetou o Blue World que promete melhorar os novos habitats das Orcas, em um espaço com quase o dobro do tamanho atual, com cerca de 15 metros de altura. O projeto inicial será em San Diego, depois em Orlando, e por fim, em Santo Antônio, com previsão de dois anos para execução de cada projeto, iniciando o primeiro em 2018. Para ler mais sobre o projeto, acesse aqui.

E para finalizar este tema tão polêmico, a AZA, Association of Zoos and Aquariums informa que o SeaWorld “atende e supera os mais altos padrões de cuidados animais e bem estar em organizações de zoológico.”

Salem, a cidade das Bruxas!

Na segunda quinzena de dezembro de 2014, fizemos uma Road Trip pelos Estados Unidos, onde passamos por Atlantic City, Washington DC, Philadelphia, Worcester, Boston, Salem, Providence e finalizamos em Nova York. Foi uma viagem maravilhosa, e já temos muitos relatos postados aqui no Blog.

E uma das cidades escolhidas foi Salem, em Massachusets, que ficou conhecida mundialmente por um grande erro da intolerância religiosa, em que parece os Estados Unidos terem vergonha do acontecido. Inclusive, já vou dizer que é um post extenso! Mas não tinha como não me empolgar com o assunto ao escrevê-lo!

Vale a pena um day trip (bate-volta) ou pernoitar na cidade? 

Nós preferimos pernoitar na cidade, já que estávamos com bastante tempo, e porque no outro dia conheceríamos o vilarejo ao lado, onde realmente foi o palco dos julgamentos das Bruxas (Danvers). Mas se você estiver com pouco tempo, é possível que você vá e volte no mesmo dia.

Como chegar?

Salem está localizada a apenas 17 milhas, em torno de 27.5 km de Boston. Nós fomos de carro, e fizemos o percurso em torno de 30 a 40 minutos. Talvez seja melhor ir de carro, apenas se você for em uma época fora da alta temporada, para ficar mais fácil de você ir a Danvers. Nós não tivemos nenhum inconveniente porque fomos no final de dezembro, a cidade estava bem vazia. Mas durante o Halloween fica praticamente impossível circular de carro pela cidade.

Veja nosso trajeto de carro neste link.

Então, para quem tiver interesse de ir de transporte público:

De trem, vá até a North Station, pegue o trem Newburyport / Rockport (em torno de 7 dólares o bilhete para adulto), que sai de 20 em 20 minutos para a cidade, em horários de “pico”, de 30 em 30 minutos para demais horários do dia, à noite e aos finais de semana, é de hora em hora.

De Ferry Boat, ou Salem Ferry (barco), somente é possível do final de maio ao final de outubro, e em torno de 5 vezes ao dia. Veja neste site maiores detalhes.

De ônibus, pelas linhas 450 e 459.

Gostaria de agradecer a nossa amiga, Dani Afonso, que mora em Boston, por nos confirmar estas informações. 😉

Onde se hospedar?

Adoramos nossa hospedagem, apesar de termos ficado em um quarto muito pequeno do Hotel! Mas o bacana é que ele faz parte do Historic Hotels of America, cheio de histórias. Desde 1925, o Hawthorne Hotel vem recebendo diversos viajantes, como algumas celebridades, além de ter algumas cenas de filmes gravadas em suas dependências, como do Ghost Hunters.

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O hotel possui uma decoração bem tradicional, além de um bar, restaurante, estacionamento e WiFi gratuitos para hóspedes, e está a alguns minutos de caminhada do Salem Witch Museum, ou da rua principal da cidade, onde ficam várias lojas, restaurantes, etc. Deixamos o carro no hotel, e fizemos tudo a pé, com exceção da nossa ida a Danvers.

Endereço: 18 Washington Square W, Salem, MA.

Nosso Quarto no Hotel

Um pouco da História da cidade e do Julgamento das Bruxas de Salem

Em fevereiro de 1692, em um pequeno lugar chamado Vila de Salem (Salem Village), no Estado de Massachusetts, ocorreu um dos maiores erros da intolerância religiosa. Tudo começou com os casos e histórias de bruxarias contadas por uma escrava, de nome Tituba, a algumas amigas que ficaram muito impressionadas e, consequentemente, tiveram muitos pesadelos à noite. Relatam também sobre um suposto fungo em alguns alimentos ingeridos que causaram alucinações nas crianças que apontavam os bruxos. E então, uma onda de indicações de bruxarias começaram a aparecer, todo mundo duvidava de todo mundo, e todo mundo era suspeito de ser um (a) bruxo (a).

A partir daí, como a prática de bruxaria era considerado um crime, o Julgamento das Bruxas de Salem iniciou-se com uma lista de inúmeros suspeitos (o número de pessoas varia bastante, mas o que parece mais correto é em trono de 150/160 pessoas! Quase a cidade inteira!). E a questão foi tão injusta que as pessoas eram simplesmente apontadas sem qualquer razão ou justificativa, e sem qualquer possibilidade de defesa. Elas poderiam, ou confessar a prática de bruxaria, ou negarem, quando seriam condenadas à morte. Mas como assim confessar a prática de bruxaria se você não era um bruxo?

O resultado desta intolerância e injustiça foi a execução de 20 pessoas, sendo 19 enforcadas e 1 tortura até a morte (esmagadura por pedras), e outras cinco morreram na prisão por condições adversas, Os acusados eram de todas as idades, e a maioria era mulher.

De tudo o que lemos e pesquisamos, a história mais completa e mais próxima dos relatos que ouvimos na cidade está neste link. Para ver a lista dos julgados e condenados à morte, acesse este link. É interessante assistir ao filme As Bruxas de Salem, antes de visitar a cidade. Acredite! A história é muito intrigante e você vai querer ler e saber de tudo!

O que fazer em Salem?

Salem é uma cidade bem pequena e dá para conhecer tudo em um dia. Acabamos andando e passando por quase todos os pontos turísticos e visitados da cidade. Mas é bom que você fique esperto, porque como a cidade tem a fama de ser a Cidade das Bruxas, existem muitos passeios “pega turistas”, que realmente não valem a pena!

– Comece passando no Salem Vistor Center, que disponibiliza mapas para os turistas, além de várias informações sobre a cidade e das atrações disponíveis. Só esta caminhada você já passa por alguns pontos interessantes, onde se veem enfeites exotéricos e místicos nas árvores, casas com um ar sombrio como se fossem de bruxas, e como fomos no inverno (com noites de temperaturas negativas), estava tudo muito vazio. Mas dependendo da época que você vá, pode encontrar teatros pelas ruas, pessoas vestidas de bruxas… no Halloween, a cidade deve ser incrível!

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Um dos mapas que eles fornecem tem uma linha parecida com a Freedom Trail em Boston, na cor vermelha, onde passa pelos principais pontos turísticos da cidade (veja no canto direito da segunda foto abaixo). Acompanhe com o mapa na mão.IMG_6229

– Na Essex St., você encontrará diversas lojas, alguns restaurantes, o Peabody Essex Museum, é bom caminhar por ela para ver e conhecer um pouco dos detalhes da cidade.

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Peabody Essex Museum: museu de fácil acesso na cidade, localizado na própria Essex St., com um acervo de obras de arte bastante interessante e criativo! São desenhos, pinturas, pendentes, fotografias, esculturas… O objetivo do Museu é te fazer explorar a arte de vários pontos do mundo. A arte chinesa é uma das mais elogiadas!

Endereço: 161, Essex St., Salem – valor da entrada: 18 dólares para adultos. Mais informações acesse aqui.

Old Burying Point Cemetery: como todo cemitério nos Estados Unidos é quase sempre visitado, o de Salem é mais um que você poderá visitar. Ele faz parte da história da cidade, que, além de ser o mais antigo, é o local onde está enterrada a maioria dos executados no julgamento das bruxas. Logo na entrada, você verá uma placa indicativa dos enterrados, e caso queira visitar alguns dos túmulos, estes são os nomes:

Bridget Bishop (executada em 10/06/1692), Sarah Good, Rebecca Nurse, Susannah Martin, Elizabeth Howe, Sarah Wildes (executados em 19/07/1692), George Burroughs, John Proctor, John Willard, George Jacobs, Martha Carrier (executados em 19/08/1692), Giles Corey (executado em 19/09/1692), e os últimos Martha Corey, Mary Easty, Alice Parker, Ann Pudeator, Margaret Scott, Wilmot Redd, Samuel Wardwell e Mary Parker (executador em 22/09/1692).

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– Ao lado do cemitério, você encontrará o Salem Witch Trail Memorial que foi construído em homenagem aos executados. É um memorial bem simples (e sombrio), mas tudo tem um simbolismo. Em uma pequena área ficam pedras gravadas com os nomes de todas as vítimas, distribuídas em dois lados. Ao fundo se vê o cemitério.

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Como todo Memorial, trata-se de um lugar de respeito, onde é recomendado que os visitantes permanecem em silêncio, não suba nas pedras, não arranque nada do lugar, como flores, nem realize nenhuma atitude de deboche e desdém. Lembrem-se, é uma homenagem aos que injustamente foram mortos no ano de 1692, em um dos maiores erros da intolerância religiosa.

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O mapa abaixo dá para ver a localização do memorial ou veja o folheto sobre o local aqui.

Endereço: Liberty St, Salem (esquina com Charter St. e na rua atrás do Peabody Essex Museum).

The Witch House (Corwin House): apesar de falarem que é uma Casa de Bruxa, trata-se de uma casa do século XVII (1642), de propriedade de uma das pessoas envolvidos no julgamento das bruxas de Salem. Do lado de fora, realmente parece ser de uma bruxa (apesar de nunca termos visto uma!). Mas possui aquele ar sombrio, meio de suspense! A casa mantém mobiliários, roupas e alguns pertences que remetem à época.

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Muita gente reclama do valor pago na atração e que não deveria ser pago! Mas o valor cobrado para a entrada é para manutenção e pagamento dos empregados que ficam no local. Mas vale a pena entrar na casa? Não!

Endereço: 310 1/2 Essex Street, Salem.

Valor: tour guiado: 8,25 dólares por adulto. Tour autoguiado: 6,25 dólares.

The Salem Museum: o Museu, que a antiga Câmara Municipal, contém um acervo histórico sobre a cidade e pessoas importantes que viveram nela, bastante interessante! Vale a pena a visita para quem tiver interesse de saber mais afundo sobre o assunto. Este museu não tem nada a ver com o museu das bruxas.

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Endereço: 32 Derby Square (fica em uma rua perpendicular a Essex St.)

Valor do ticket: 3 dólares para adultos.

The Witch Museum: é um museu que possui um pequena amostra de objetos e fotos antigas, e conta a história das bruxas de Salem através de alguns bonecos. O horário do museu é bastante diferente, funcionando apenas 5 horas por dia (vale a pena conferir o horário antes de ir!). Vale a pena? Não muito…

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Endereço: 19 1/2 Washington Square, Salem.

Valor: 10 dólares para adultos.

Salem Commons: um parque super agradável em Salem, possui um Coreto, e na época do verão, é super agradável para um picnic, uma caminhada, uma corrida, ou apenas para ver o tempo passar.

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Friendship Salem: você pode dirigir-se para o porto de Salem, onde partem e chegam os parques de Boston, e onde está localizado a réplica de um navio de 1797. A área do Salem Maritme faz parte dos Parques Nacionais Americanos, e é possível fazer uma visita. Mais detalhes sobre a visita que é gratuita e deve ser previamente agendada, acesse este link.

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Tour Hocus Pocus: realizamos um tour noturno por Salem, com o pessoal da Hocus Pocus. Quem nos conduziu foi a Susan, que divertidamente e de maneira bem profissional, nos mostrou alguns lugares de Salem, curiosidades, e alguns locais que foram utilizados em algumas cenas do filme Hocus Pocus (traduzido para Abracadabra). Para você entender melhor o tour, recomenda-se que você entenda bastante o idioma inglês, já que Susan relata muitos fatos, e conversa conosco durante todo o tempo do tour, que dura aproximadamente 90 minutos.

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O tour inicia-se ao lado do Visitor Center, e custa 16 dólares por pessoa. Você pode reservar com antecedência pelo site.

– Nota: em Salem foram gravados alguns filmes como o Abracadabra, e um seriado conhecido na década de 60/70, A Feiticeira (Bewitched). Então, quando você estiver andando em Salem é provável que você encontre, sem maior esforço, uma estátua em homenagem a atriz, Elizabeth Montgomery.

Danvers (Salem Village):

Mas… Salem ganhou somente a fama da cidade das Bruxas. Na verdade, toda a história se passou em um lugarejo chamado Salem Village, que hoje é chamado de Danvers. Vocês vão ver que, em Salem, eles não falam praticamente nada de Danvers (só no Witch Museum que vimos algumas informações, mas quando perguntamos, eles não deram corda). Falam somente que não há local exato onde tudo aconteceu. E por mais que você veja casas, ouça histórias, tem uma pitada de fantasia em tudo. A cidade parece ter aproveitado da situação para crescer turisticamente.

Danvers está localizada a apenas 15 minutos de Salem. E lá, sim, dá para sentir um certo medo.

A cidade de Danvers ainda possui as casas onde as pessoas executadas no julgamento das Bruxas de Salem residiam naquela época. Dá para visitar além do local onde tudo começou, o suposto local das execuções (Gallows Hill), e a casa de Rebecca Nurse (a mais velha dos executados).

As ruínas da antiga casa do Reverendo Samuel Parris, quando, em 1692, Betty Parris e Abigail Williams fizeram as acusações que desencadearam na caça as bruxas, são abertas ao público. É somente uma pequena área, no terreno aos fundos de algumas casas. Você verá um pequeno caminho onde é permitido passar para ver o local (cuidado para não empolgar e invadir propriedade alheia, o local é bem demarcado, e facilmente você percebe o que não faz parte do local histórico).

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Existem algumas indicações de onde possa ter realmente acontecido o julgamento/enforcamento, mas são apenas suposições. Com base em documentos que alegavam que “levaram para Gallows Hill“, passaram a acreditar que este seria um possível lugar. Entretanto, trata-se de uma colina, e nada foi confirmado.

Atualização: em 2016, foi publicado que Proctor’s Ledge é o local dos enforcamentos de Salem Witch Trials. Trata-se de uma pequena colina realizada entre a Proctor Street e Pope Street em Salem, Massachusetts. Quando fomos em 2014, não conseguimos encontrar a localização de Gallows Hill. Só depois descobrimos que Gallows Hill, no cruzamento da Manswell Parkway com a Witch Hill Road, era o local das execuções de 1692.

Mas outro lugar que vale a pena visitar é na Rebecca Nurse Homestade, o local onde viveu Rebecca Nurse, que foi executada em 19 de julho de 1692, pela suposta prática de bruxaria. Era uma senhora idosa, com mais de 70 anos, e muito respeitada na região.

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A casa data aproximadamente 1678, quando a família de Rebbeca mudou para a propriedade. Atualmente, a propriedade está sob os cuidados do Governo de Massachusetts, que realiza visitas guiadas e autoguiadas. Quem tiver oportunidade, vale a pena visitar o local.

Endereço: 147, Pine St., Danvers/MA

Valor da Entrada: 7 dólares para adultos. Para ver maiores informações, acesse aqui.

Bem, é isso que temos para relatar sobre nossa experiência na cidade das Bruxas! Se alguém tiver alguma informação extra, compartilhe conosco nos comentários abaixo.

Conhecendo uma das estradas mais cênicas do mundo: a Highway 1, na California/EUA

 

Bixby Creek Bridge
A maioria dos leitores que vem aqui no Blog sabe o quanto nós amamos uma road trip, especialmente se a estrada for de perder o fôlego, como é a Highway 1, Hwy 1, localizada entre São Francisco e Los Angeles, na Califórnia. E quando decidimos fazer nossa road trip pela Costa Oeste dos Estados Unidos, a gente teve certeza de que seria uma excelente oportunidade para conhecer esta estrada tão falada bem como sua região.
E assim, fizemos este trajeto cometendo dois erros, cujos quais compartilhamos com vocês para não cometerem o mesmo. Afinal, compartilhamos nossas Viagens, e nossas Vivências, não é mesmo?

A Highway 1, ou Pacific Coast Highway, ou Route1, ou em alguns pontos Cabrillo Hwy, é uma das mais extensas estradas costeiras dos Estados Unidos, que segue rente ao Oceano Pacífico, e é considerada uma das mais bonitas do mundo. Ao todo, ela tem mais de 400 milhas, mas o trecho mais conhecido e bonito (na nossa opinião e na de muitos outros) é na região conhecida como Big Sur.
Pôr do Sol em Pfeiffer Beach, Big Sur
Mas antes de você escolher as datas, reservar qualquer hotel, ou confeccionar o roteiro, você precisa ter algumas informações básicas sobre a Highway:
Como dá para ver do mapa abaixo, a estrada se estende por um grande trecho da Costa Oeste dos Estados Unidos, e quase sempre seguindo a margem do Oceano Pacífico, em pouquíssimos trechos ela se afasta para se encontrar logo adiante.
– Quando ir?
Escolha conhecer a região entre o final da primavera, verão e começo do outono (de junho a outubro). No Hemisfério Norte, a partir do outono até o inverno, os dias são muito curtos. No inverno, o sol se põe por volta das 16h (4pm). Já no verão, o sol se põe bem mais tarde. Tem lugares que o sol se põe por volta das 21h (9pm).
Infelizmente, nossa viagem foi em meados de novembro (final de outono), e por isso, o sol se punha por volta das 16h/16:30h. E outro ponto negativo, era o vento frio. Até que durante o dia, e com sol, dava para suportar, mas depois que o sol se põe, fica difícil se manter fora do carro ou de ambientes fechados.
Viajar no outono e inverno tem o benefício das belíssimas paisagens! Mas tem que ter ciência de que os dias serão bem mais curtos, motivo pelo qual dá para aproveitar bem menos.
– Quanto tempo destinar à Highway 1?
Segundo ponto que erramos: como a Highway 1 é uma estrada, pensamos que seria mais que suficiente deixar um dia para este trajeto (em torno de 470 milhas). Assim, em torno de 12 horas de viagem a gente pararia nos principais pontos para curtir um pouco, tirar fotos… Erradíssimo!!!! Isso foi a maior loucura da nossa vida!

O nosso dia acabou às 16h, quando o sol se pôs. E dirigir naquela estrada, cheia de curva, com um penhasco a sua direita banhado pelo Pacífico, não tem qualquer graça! E confessamos que o final foi bem trash! De noite, curvas e mais curvas… quando saímos da Hwy1 foi um verdadeiro alívio. E não era para ser assim. Era para a gente ter curtido muito todo o trajeto. O começo e meio foram ótimos! Mas o fim….

Para não passar por isso, faça a Highway 1 em, pelo menos, 3 dias, colocando dois pontos para pernoitar (a menos que você queira curtir mais tempo a charmosa Carmel by the sea, ou Solvang.
– Como ir? 
O bacana desta viagem é realmente dirigir pela Highway 1. Então, alugar um carro pode ser uma das melhores opções! Dirija com os vidros abertos, curtindo uma playlist (na época que fomos, a música da Lorde – Royals estava bombando nas rádios! E ela foi nossa trilha sonora!) e sem preocupação alguma. Sua preocupação deve ser: você, o carro e a estrada!
Mas algumas empresas oferecem este tour, seja privado ou seja para mais pessoas em datas pré-determinadas. Nós indicamos a querida Mônica do Guia California, que faz além deste, outros passeios em Los Angeles, San Diego e São Francisco. Ela trabalha com receptivo para brasileiros na região há 27 anos e é muito requisitada (contato: [email protected] – Whatsapp: 1 626 8220027 – Instagram: @guiacalifornia).
Vimos muitas pessoas também fazendo o trajeto de bicicleta! Se alguém já tiver feito, conte para a gente nos comentários abaixo como foi a experiência!
– Qual a direção/sentido seguir?
O melhor sentido para seguir é de São Francisco para Los Angeles. A paisagem é a mesma! Mas neste sentido, fica mais fácil estacionar o veículo nos diversos mirantes espalhados pelo caminho. Estes mirantes estão quase todos à direita da pista, e mesmo que a gente conte aqui onde são os melhores pontos, estando à direita da pista fica mais fácil uma parada repentina!
– Quais os pontos escolher para pernoitar?
Escolher duas cidades para pernoitar neste percurso é suficiente. Tem gente que gosta de fazer três paradas. Seguem três sugestões de roteiros com pernoite em dois e um pontos:
Primeira Opção para explorar a região:
  • Dia 1: Saída de São Francisco com destino a Monterey para pernoite. Você pode pernoitar em Monterey (Veja as opções de hospedagens neste link) – 123 milhas (em torno de 2h30min);
  • Dia 2: Saída de Monterey com destino a São Luis Obispo para pernoite, passando pela 17 Mile Drives, Big Sur (Veja opções de hospedagens aqui) – 141 milhas (em torno de 2h16min);
  • Dia 3: Saída de São Luís Obispo com destino a Los Angeles, parando em Solvang, uma cidadezinha que lembra a Dinamarca em plena California (66.8 milhas, 1h5min).

Segunda Opção:

  • Dia 1: Saída de São Francisco com destino a Carmel by the Sea (veja opções de hospedagens neste link) – 126 milhas, 2h7min;
  • Dia 2: Saída de Carmel by the Sea com destino a Solvang (veja opções de hospedagens aqui), 210 milhas, 3h22min.
Terceira Opção:
  • Ficar hospedado na região de Big Sur, no Ventana Inn & SPA pode ser uma excelente ideia! Nós não ficamos hospedados neste hotel, mas as fotos são de babar, é típico de Lua de Mel, com preços mais salgados! Se alguém já ficou hospedado nele, conte para a gente nos comentários (156 milhas, 2h57min).
Foto Divulgação do Hotel no Booking.com
Nosso Roteiro de um dia pela Highway 1 (lembre-se que foi muito corrido e não vale a pena fazer isso que a gente fez!!!):
– Saímos bem cedo de São Francisco, e colocamos no GPS a cidade Pacifica (Pacif Coast Highway, Pacifica, CA), que dá mais ou menos 20,1 milhas de São Francisco. Se você colocar o endereço da cidade de Monterey, por exemplo, o GPS vai traçar a rota interna, e você não vai passar por grande parte da Hwy1. Fique atento!
– Como falamos anteriormente, a rota possui muitos mirantes! E sinceramente, a vontade era de parar em todos os mirantes! Nossa primeira parada foi em Montara State Beach (que fica ao lado de Half Moon Bay), que por ter ondas mais fortes, é bem procurada por surfistas.

 

 

Praia vazia devido à época do ano (final do outono, começo de inverno! Águas ainda mais geladas!)
– Um pouco mais adiante, encontramos outro mirante no qual paramos para mais alguns fotinhos, em Bean Hollon State Park, Esta já é uma praia para piqueniques, ou observar alguns animais marinhos, como estrelas do mar, anêmonas e ouriços que ficam nas piscinas naturais formadas por ali. Mas não é uma praia boa para o banho. O mar é muito forte e gelado (Pacífico!), o que torna o banho muito perigoso e arriscado.
E bem perto dali, na verdade a gente nem esperava ver este ponto, porque não colocamos em nosso roteiro, encontramos o Pigeon Point Ligthouse, um farol aceso pela primeira vez, em 1872 (desde 2010 está fechado para reforma, então para saber se a reforma foi liberada no dia da sua visita, acesse aqui). Além da possibilidade de um tour na área do farol (quinta a segunda-feira, das 10h às 16h, existe também uma pequena praia e um Hostel instalado no próprio local do farol, para aqueles que desejarem pernoitar (Pigeon Point Hostel), já pensou em se hospedar em um Hostel assim? Pois é! Ele é bem concorrido, então garanta sua estadia com antecedência.
O Farol e o Hostel (casinhas).
E a Highway 1 continua sempre às margens do Oceano Pacífico. Em apenas alguns poucos pontos, ela se distancia do mar, voltando a se encontrar logo a frente.

– Nossa próxima parada foi em Monterey, apesar de que vale muito a pena uma parada em Santa Cruz, que é um pouco antes. Mas como acabamos curtindo mais do que deveríamos dessa primeira parte, tivemos que acelerar ainda mais para pegar os outros pontos.

Monterey, além de ser uma cidade muito agradável, tem um dos Aquários mais visitados dos Estados Unidos, o Monterey Bay Aquarium (886, Cannery Row). Se você comprar o City Pass São Francisco, você terá direito a entrada.
Foto Divulgação do Aquário

 

Foto Divulgação do Aquário
O Aquário é famoso pela diversidade dos animais, como estrelas-do-mar gigantes, atuns de até 350 quilos, tubarões martelos, águas vivas fluorescentes, e ainda poderá ver os instrutores alimentando os carismáticos pinguins. É uma diversão garantida para crianças e adultos!
Ainda em Monterey, para quem é fã do Bubba Gump, na cidade também tem uma franquia da rede.

 

 

Lovers Point Park
– Saindo de Monterey não coloque o GPS para Carmel by the Sea. Passe antes na 17 Miles Drive, que é uma estrada belíssima dentro de uma pequena cidade chamada Pacific Grove. Você vai pagar um pedágio de uns 10 dólares (nós pagamos em novembro/13, o valor de 9.75$) e sua entrada será permitida.
A estrada tem exatamente a extensão do nome: 17 miles, ou 27 km! E é uma estrada que passa por lugares belíssimos, além de mansões, mirantes, campo de golf! Realmente é um estrada cênica! E vale muito a pena incluí-la no roteiro.
Bird Point: nem foto consegue demonstrar o que é este lugar! Os pontinhos tanto na água quanto nas pedras são aves.

 

 

Muitas árvores Cypress, típicas da região.

 

A árvore cercada, Lone Cypress, é uma das mais famosas e fotogênicas da região.
Nós tivemos muita sorte em não pegar um típico nevoeiro que se põe na região (em inglês, chama-se Fog). Apesar de o tempo estar mais frio, estava bem limpa a região e não estávamos no ver. Isso porque a 17 Mile Drive fica em uma Península (Monterey Peninsula).
Só em 17 Mile Drive a gente ficou bastante tempo, por mais de uma hora! Daí percebe-se que não dá para fazer este trajeto em um único dia.
– As pessoas costumam pernoitar em Carmel By The Sea, ou pelo menos almoçar… mas a gente errou feio em não dividir este trajeto em três partes, e ficou super corrido quando chegamos neste momento da viagem. Mesmo apaixonados com o que tínhamos visto até ali, tínhamos consciência que o melhor ainda estava por vir, que era a Região de Big Sur.
Então, infelizmente, em Carmel a gente praticamente passou e fomos direto para o começo de Big Sur.
–  Logo depois de Carmel, você passará pelo “Point Lobos State Reserve“, que é um lugar ideal para fugir do estresse do mundo para a tranquilidade e serenidade da natureza. Vejam fotos neste link.
– Se tiver oportunidade, almoce no restaurante chamado Rocky Point Restaurant. Era nossa pretensão, mas infelizmente não foi possível cumprir esta parte do roteiro, porque queríamos pegar a Pfeiffer Beach (onde tem a pedra furada) e a famosa cachoeira (McWay Falls) que deságua no mar  e está localizada no Julia Pfeiffer Burns State Park antes do pôr do sol (os dois locais fecham 30 minutos depois do pôr do sol).
Neste trajeto você verá muitos mirantes maravilhosos da região de Big Sur. E por falar em Big Sur, quando confeccionávamos nosso roteiro, vimos alguém dizer que Big Sur é mais que uma região física, é um estado de espírito. E parece ser isso mesmo! Indescritível!
– Em meio a muitos mirantes, na foto acima dá para ver como são os Mirantes (veja no lado inferior direito da foto, é uma entrada de terra onde pode estacionar para tirar fotos e admirar o local), seguimos para o primeiro ponto de parada na Big Sur, a Bixby Creek Bridge.
A Bixby Creek Bridge, ou apenas Bixby Bridge, foi inaugurada em 1932, tem 7 metros de largura, 85 de altura, e 98 de extensão. E realmente sua construção impressiona! Já de longe é possível avistá-la e parar para algumas fotos. Tente fotografá-la dos dois lados, tanto do lado direito, como do lado esquerdo.

 

 

E do outro lado:

 

– Depois de Bixby Bridge, nossa concentração foi para chegar a tempo de pelo menos assistir ao pôr do sol em Pfeiffer Beach. Até que daria para a gente ver a cachoeira que deságua no mar, se não fosse o pôr do sol às por volta das 16h, e o parque segue este horário (abre meia hora antes do nascer do sol, e fecha meia hora depois).

 

Esta parte da estrada tem que ficar bem atento, porque a entrada é um pouco escondida, além de ser em uma estrada bem à diagonal. Logo depois que passar pela Big Sur Station, você verá a placa abaixo, e deverá entrar à direita, seguindo por uma estrada chamada Sycamore Canyon Rd, até o estacionamento do Parque.

 

Você chegará em um ponto, que um empregado do parque cobrará pelo estacionamento, em torno de 5 dólares por carro. E então, é só seguir um pouquinho a pé, e chega-se a este ponto da foto abaixo:

 

 

A pedra acima é famosa durante o pôr do sol, que entra um feixe de luz por esta porta, dando um efeito maravilhoso da paisagem.

 

 

 

 

E como falamos desde o começo deste post, nossa viagem pela Highway 1, acabou com o pôr do sol! Infelizmente, depois da Pfeiffer Beach, não foi possível ver mais nenhuma paisagem, porque logo ficou escuro, e com a estrada cheia de curvas, o nosso único desejo era chegar em Los Angeles.

– Não deixe de passar na Julia Pfeiffer Burns State Park, que tem a Cachoeira McWay, conhecida por desaguar no mar. Não é possível mergulhar nela, mas a visão, por si só, já é o ponto alto da visita.

Foto do Wikipedia

E vocês? Tem alguma informação útil para compartilhar conosco sobre a Highway 1? Coloque nos comentários abaixo sua experiência, enriquecendo assim o nosso post e contribuindo nas dicas para outros viajantes!

Não se esqueça de incluir no seu roteiro as cidades de São Luis Obispo e Solvang. Infelizmente não conseguimos visitá-las! Boa oportunidade para voltar! 🙂

 

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